A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA (1ª prova)
Pois bem, Deus, para falar a sua Palavra através dos
escritores da Bíblia, inspirou neles o seu Espírito! Portanto, inspiração
divina é a influência sobrenatural do Espírito Santo como um sopro, sobre os
escritores da Bíblia, capacitando-os a receber e transmitir a mensagem divina
sem mistura de erro. A própria Bíblia reivindica a si a inspiração de Deus,
pois a expressão "Assim diz o Senhor", como carimbo de autenticidade
divina, ocorre mais de 2.600 vezes nos seus 66 livros; isso além de outras
expressões equivalentes. Foi o Espírito de Deus quem falou através dos
escritores. (Ver 2 Crônicas 20.14; 24.20; Ezequiel 11.5). Deus mesmo dá
testemunho da sua Palavra. (Ver Salmo 78.1; Isaías 51.15,16; Zacarias 7.9,12).
Os escritores, por sua vez, evidenciam ter inspiração divina. (Ver 2 Reis
17.13; Neemias 9.30; Mateus 2.15; Atos 1.16; 3.21; 1 Coríntios 2.13; 14.37;
Hebreus 1.1; 2 Pedro 3.2.).
A PERFEITA HARMONIA E UNIDADE DA BÍBLIA (2ª prova)
A existência da Bíblia até os nossos dias só pode ser
explicada como um milagre. Há nela 66 livros, escritos por cerca de 40
escritores, cobrindo um período de 16 séculos. Esses homens, na maior parte dos
casos, não se conheceram. Viveram em lugares distantes de três continentes, escrevendo
em duas línguas principais. Devido a estas circunstâncias, em muitos casos, os
autores nada sabiam sobre o que já havia sido escrito. Muitas vezes um escritor
iniciava um assunto e, séculos depois, um outro completava-o, com tanta riqueza
de detalhes, que somente um livro vindo de Deus podia ser assim. Uma obra
humana, em tais
circunstâncias, seria uma babel indecifrável!
circunstâncias, seria uma babel indecifrável!
A
APROVAÇÃO DA BÍBLIA POR JESUS (3ª Prova)
Inúmeras pessoas sabem quem é Jesus; crêem que Ele fez
milagres; crêem em sua ressurreição e ascenção, mas... não crêem na Bíblia!
Essas pessoas precisam conhecer a atitude e a posição de Jesus quanto à Bíblia.
Ele leu-a (Lc 4.16-20); ensinou-a (Lc 24.27); chamou-a "A Palavra de
Deus" (Mc 7.13); e cumpriu-a (Lc 24.44). A última referência citada (Lc
24.44) é muito maravilhosa, porque aí Jesus põe sua aprovação em todas as
Escrituras do Antigo Testamento, pois Lei, Salmos e Profetas eram as três
divisões da Bíblia nos dias do Novo Testamento. Jesus também afirmou que as
Escrituras são a verdade (Jo 17.17). Viveu e procedeu de conformidade com elas
(Lc 18.31). Declarou que o escritor Davi falou pelo Espírito Santo (Mc
12.35,36). No deserto, ao derrotar o grande inimigo, fê-lo com a Palavra de
Deus (Dt 6.13,16; 8.3).
Nota - O título "Sagradas Escrituras" ou "Escrituras" pode vir no plural ou singular, porém sempre com letra maiúscula. Exemplos no plural: Mateus 21.42; Lucas 24.32; João 5.39. No singular: João 7.38,42; 19.36,37; 20.9; Atos 8.32. No singular e com minúscula refere-se a uma passagem particular: Marcos 12.10; Lucas 4.21; Atos 1.16 -(todas no ARC: a ARA põe tudo em maiúsculas). "Sagradas Escrituras", ou "A Sagrada Escritura", é o nome sagrado da revelação divina, assim como "Testamento" é o seu nome de compromisso, e "Bíblia", seu nome como livro. O leitor poderá dizer: - "Tratamos do Antigo Testamento, e, do Novo?" - Bem, quanto ao Novo Testamento, em João 14.26, o Senhor Jesus, antecipadamente, pôs o selo de sua aprovação divina ao declarar: "O Espírito Santo... vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito". Assim sendo, o que os apóstolos ensinaram e escreveram não foi a recordação deles mesmos, mas, a do Espírito Santo. No mesmo Evangelho, capítulo 16.13,14, o Senhor disse ainda que o Espírito Santo os guiaria em "toda a verdade"; portanto, no NT temos a essência da revelação divina. No versículo 12 do citado capítulo, Jesus mostrou que seu ensino aqui foi parcial, devido à fraqueza dos discípulos, mas ao mesmo tempo declarou que o ensino deles, sob a ação do Espírito Santo, seria completo e abrangeria toda a esfera da verdade divina. Diante de tudo que acabamos de dizer, quem aceita a autoridade de Cristo, aceita também as Escrituras como de origem divina, tendo em vista o testemunho que delas dá o Senhor Jesus. - Quem pode apresentar argumentos?
Nota - O título "Sagradas Escrituras" ou "Escrituras" pode vir no plural ou singular, porém sempre com letra maiúscula. Exemplos no plural: Mateus 21.42; Lucas 24.32; João 5.39. No singular: João 7.38,42; 19.36,37; 20.9; Atos 8.32. No singular e com minúscula refere-se a uma passagem particular: Marcos 12.10; Lucas 4.21; Atos 1.16 -(todas no ARC: a ARA põe tudo em maiúsculas). "Sagradas Escrituras", ou "A Sagrada Escritura", é o nome sagrado da revelação divina, assim como "Testamento" é o seu nome de compromisso, e "Bíblia", seu nome como livro. O leitor poderá dizer: - "Tratamos do Antigo Testamento, e, do Novo?" - Bem, quanto ao Novo Testamento, em João 14.26, o Senhor Jesus, antecipadamente, pôs o selo de sua aprovação divina ao declarar: "O Espírito Santo... vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito". Assim sendo, o que os apóstolos ensinaram e escreveram não foi a recordação deles mesmos, mas, a do Espírito Santo. No mesmo Evangelho, capítulo 16.13,14, o Senhor disse ainda que o Espírito Santo os guiaria em "toda a verdade"; portanto, no NT temos a essência da revelação divina. No versículo 12 do citado capítulo, Jesus mostrou que seu ensino aqui foi parcial, devido à fraqueza dos discípulos, mas ao mesmo tempo declarou que o ensino deles, sob a ação do Espírito Santo, seria completo e abrangeria toda a esfera da verdade divina. Diante de tudo que acabamos de dizer, quem aceita a autoridade de Cristo, aceita também as Escrituras como de origem divina, tendo em vista o testemunho que delas dá o Senhor Jesus. - Quem pode apresentar argumentos?
O TESTEMUNHO DO ESPIRITO SANTO DENTRO DO CRENTE, QUANTO À
BÍBLIA (4ª prova)
Em cada pessoa que aceita Jesus como Salvador, o Espírito
Santo põe em sua alma a certeza quanto à autoridade da Bíblia. É uma coisa
automática. Não é preciso ninguém ensinar isso. Quem de fato aceita Jesus,
aceita também a Bíblia como a Palavra de Deus, sem argumentar. Em João 7.17, o
Senhor Jesus mostra como podemos ter dentro de nós o testemunho do Espírito
Santo quanto à autoria divina da Bíblia: "Se alguém quiser fazer a vontade
de Deus..." Assim como o Espírito Santo testifica que nós, os crentes,
somos filhos de Deus (Rm 8.16), testifica-nos também que a Bíblia é a mensagem
de Deus para nós mesmos. Esse testemunho do Espírito Santo no interior do
crente, no tocante às Escrituras, é superior a todos os argumentos humanos! É
aqui que labora em erro a Igreja Romana, ao afirmar que, para se crer na origem
divina da Bíblia é preciso decisão da referida igreja, como se a verdade de
Deus dependesse da opinião de homens, como bem o disse o teólogo e reformador
Calvino.
O CUMPRIMENTO FIEL DAS PROFECIAS DA BÍBLIA (5ª prova)
O Antigo Testamento é um livro de profecias (Mt 11.13). O
Novo Testamento, em grande parte, também o é. Referimo-nos aqui, evidentemente
às profecias no sentido preditivo. Há, no Antigo Testamento, duas classes
dessas profecias: as literais, e as expressas por tipos e símbolos. Destas há
inúmeras no Tabernáculo (Hb 10.1). Muitas profecias da Bíblia já se cumpriram
no passado, em sentido parcial ou total; muitas outras cumprem-se em nossos
dias, e muitas outras ainda se cumprirão no futuro. As profecias sobre o
Messias, proferidas séculos antes de seu nascimento, cumpriram-se literalmente
e com toda a precisão quanto a tempo, local e outros detalhes. Por exemplo:
Gênesis 49.10; Salmo 22; Isaías 7.14; 53 (todo); Daniel 9.24-. 26; Miquéias
5.2; Zacarias 9.9 etc. Outro ponto saliente nas profecias bíblicas é o
referente à nação israelita. A Bíblia prediz sua dispersão, seu retorno, sua
restauração e seu progresso material e espiritual. Exemplos: Levítico
26.14,32,33; Deuteronômio 4.25-27; 28.15,64; Isaías 60.9; 61.6; 66.8; Jeremias
23.3; 30.3; Ezequiel 11.17; 36; 37. Em Ezequiel 37, está uma das mais claras profecias
sobre o despertamento nacional e espiritual do povo israelita. O cumprimento
dessas profecias está em marcha perante nossos olhos. Há inúmeros outros casos
de famosas profecias bíblicas. Ciro, o monarca persa, Deus chamou-o pelo nome
através do profeta Isaías, 150 anos antes do seu nascimento! (Is 44.28).
Josias, rei de Judá, também foi chamado pelo nome 300 anos antes do seu
nascimento. (Ver 1 Reis 13.2 com 2 Reis 23.15-18.) Os últimos quatro impérios
mundiais -
Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, são admiravelmente descritos muitos anos antes de eles surgirem no horizonte do cenário mundial. (Ver Daniel capítulo 2 e 7). Também, com uma precisão incrível, a história de toda a raça humana é descrita em forma profética (isto é, a história no sentido natural), em Gênesis 9.25-27. O cumprimento contínuo das profecias da Bíblia é uma prova de sua origem divina. O que Deus disse sucederá (Jr 1.12). Graças a Deus por tão sublime e glorioso Livro!
Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, são admiravelmente descritos muitos anos antes de eles surgirem no horizonte do cenário mundial. (Ver Daniel capítulo 2 e 7). Também, com uma precisão incrível, a história de toda a raça humana é descrita em forma profética (isto é, a história no sentido natural), em Gênesis 9.25-27. O cumprimento contínuo das profecias da Bíblia é uma prova de sua origem divina. O que Deus disse sucederá (Jr 1.12). Graças a Deus por tão sublime e glorioso Livro!
A INFLUÊNCIA BENÉFICA DA BÍBLIA NAS PESSOAS E NAÇÕES (6ª prova)
O mundo hoje é melhor devido à influência da Bíblia. Mesmo os
próprios inimigos da Bíblia admitem que nenhum livro em toda história da
humanidade teve tamanha influência para o bem; eles reconhecem o seu efeito
sadio na civilização. Milhões de pessoas antes de conhecerem, amarem e
obedecerem a este Livro, eram escravos do pecado, dos vícios, da idolatria, do
medo, das superstições, da feitiçaria. Eram mundanas, vaidosas, iracundas,
desconfiadas, etc. Mas, depois que abraçaram este Livro, foram por ele transformadas
em criaturas salvas, alegres, libertas, felizes, santificadas. Abandonaram todo
o mal em que antes viviam e tornaram-se boas pessoas para a família, para a
sociedade e para a pátria. Mostrem-me, se for possível, outro livro com o poder
de influenciar e transformar beneficamente, não só indivíduos, mas regiões e
nações inteiras, conduzindo-os a Deus! Disse o grande comentador devocional da
Bíblia, Dr. F. B. Meyer: "O melhor argumento em favor da Bíblia é o
caráter que ela forma".
A BÍBLIA É SEMPRE NOVA E INESGOTÁVEL (7ª prova)
O tempo não afeta a Bíblia. É o livro mais antigo do mundo e
ao mesmo tempo o mais moderno. Em mais de 20 séculos o homem não pôde
melhorá-la... Se a Bíblia fosse de origem humana, é claro que em dois milênios,
ela de há muito estaria desatualizada. Uma vez que o homem moderno se jacta de
tanto saber, era de esperar que já tivesse produzido uma Bíblia melhor!
Realmente isto é uma evidência da Bíblia como a Palavra de Deus! Tendo em vista
o vasto progresso alcançado pelo homem, especialmente nos dois últimos
séculos, só podemos dizer que, se ele não produziu um livro melhor, para substituir a Bíblia, é porque não pôde. Muitos também reclamam por não ser estritamente científica a linguagem da Bíblia. Ora, a Bíblia trata primeiramente da redenção da humanidade. Além disso, termos científicos mudam ou ficam para trás, à medida que a ciência avança. Sempre temos termos novos na Ciência. A Bíblia nunca se torna um livro antigo, apesar de ser cheio de antigüidades. Ela é tão hodierna como o dia de amanhã. Sua mensagem milenar tanto satisfaz a criança como o ancião encanecido. A Bíblia pode ser lida vezes sem conta sem se poder encontrar suas profundezas e sem que o leitor perca por ela o interesse. - Acontece isso com os demais livros?! Quem já se cansou de ler Salmo 23; João 3.16; Romanos 12; 1 Coríntios 12? É que cada vez que lemos essas passagens (para não falar nas demais), descobrimos coisas que nunca tínhamos visto antes. Depois de quase 2.000 anos de escrito o último livro da Bíblia, a impressão que se tem é que a tinta do original está ainda secando... Até o fim dos tempos o velho e precioso Livro continuará a ser a resposta às indagações da humanidade a respeito de Deus e do homem. Nos seus milhares de anos de leitura, a Bíblia nunca foi esgotada por ninguém.
séculos, só podemos dizer que, se ele não produziu um livro melhor, para substituir a Bíblia, é porque não pôde. Muitos também reclamam por não ser estritamente científica a linguagem da Bíblia. Ora, a Bíblia trata primeiramente da redenção da humanidade. Além disso, termos científicos mudam ou ficam para trás, à medida que a ciência avança. Sempre temos termos novos na Ciência. A Bíblia nunca se torna um livro antigo, apesar de ser cheio de antigüidades. Ela é tão hodierna como o dia de amanhã. Sua mensagem milenar tanto satisfaz a criança como o ancião encanecido. A Bíblia pode ser lida vezes sem conta sem se poder encontrar suas profundezas e sem que o leitor perca por ela o interesse. - Acontece isso com os demais livros?! Quem já se cansou de ler Salmo 23; João 3.16; Romanos 12; 1 Coríntios 12? É que cada vez que lemos essas passagens (para não falar nas demais), descobrimos coisas que nunca tínhamos visto antes. Depois de quase 2.000 anos de escrito o último livro da Bíblia, a impressão que se tem é que a tinta do original está ainda secando... Até o fim dos tempos o velho e precioso Livro continuará a ser a resposta às indagações da humanidade a respeito de Deus e do homem. Nos seus milhares de anos de leitura, a Bíblia nunca foi esgotada por ninguém.
A
BÍBLIA É FAMILIAR A CADA POVO OU INDIVÍDUO EM QUALQUER LUGAR (8ª prova)
Através do mundo inteiro, qualquer crente, ao ler a Bíblia,
recebe sua mensagem como se esta fora escrita diretamente para ele. Nenhum
crente tem a Bíblia como livro alheio, estrangeiro, como acontece aos demais
livros traduzidos. Todas as raças consideram a Bíblia como possessão sua. Por
exemplo, ao lermos "O Peregrino" sabemos que ele é inglês; ao lermos
"Em Seus passos que Faria Jesus?" sabemos que é norte-americano,
porque seus autores são oriundos desses países. - É assim com a Bíblia? - Não!
Nós a recebemos como "nossa". Isso acontece em qualquer país onde ela
chega. Ninguém tem a Bíblia como livro "dos outros". Isto prova que
ela procede de Deus - o Pai de todos! - Qual a pessoa que, ao ler o Salmo 23,
acha que ele foi escrito para os judeus? Aos que vivemos no Brasil, a impressão
que temos é que ele foi escrito diretamente para nós. A mesma coisa dirão os
irmãos dos demais países. A mensagem da Bíblia é a mesma em todas as línguas.
Nisto vemos que ela é diferente de todos os demais livros do mundo. Se fosse
produto humano, não se ajustaria às línguas de todas as nações. Nenhum outro
livro pode igualar-se à Bíblia nessa parte. É mais uma prova da sua origem
divina.
A SUPERIORIDADE DA BÍBLIA EM RELAÇÃO AOS DEMAIS LIVROS,
QUANTO À COMPOSIÇÃO (9ª prova)
É muito interessante comparar nalguns pontos os ensinos da
Bíblia com os de Zoroastro, Buda, Confúcio, Sócrates, Sólon, Marco Aurélio e
muitos outros autores pagãos. Os ensinos da Bíblia superam os desses homens em
todos os pontos imagináveis. Só dois pontos vamos destacar dessa superioridade.
a. A Bíblia contém mais verdades que todos os demais livros juntos. Ajuntem, se possível, todos os melhores pensamentos de toda a literatura antiga e moderna; retirem o imprestável; ponham toda a verdade escolhida num volume, e verão que este jamais substituirá a Bíblia! Entretanto, a Bíblia não é um volume grande. Pode ser conduzida no bolso do paletó. Todavia, há mais verdades neste pequeno livro do que em todos os outros que o homem produziu em todos os séculos. - Como se pode explicar isso? - Há somente
uma resposta racional e judiciosa: este livro não veio do homem: veio de Deus!
b. A Bíblia só contém verdade. Se há mentiras, não são dela; apenas nela foram registradas. Ao passo que os demais livros contêm verdade misturada com mentira ou erro. Reconhecemos que há jóias preciosas nos livros dos homens, mas, é como disse certa vez Joseph Cook: "São jóias retiradas da lama!" Qualquer verdade encontrada em trabalhos humanos, seja do ponto de vista moral ou espiritual, acha-se em essência no velho Livro. Comparemos alguns dos melhores ensinos desses famosos homens, especialmente dos
decantados filósofos, com os da Bíblia. De fato, seus ensinos contêm jóias de real valor, mas, estas, quer saibam eles quer não, são jóias roubadas, e do Livro que eles ridicularizam! Poderíamos incluir aqui também a superioridade da Bíblia quanto aos demais livros, no que tange à sua preservação em meio a tantos ataques, em todos os tempos.
a. A Bíblia contém mais verdades que todos os demais livros juntos. Ajuntem, se possível, todos os melhores pensamentos de toda a literatura antiga e moderna; retirem o imprestável; ponham toda a verdade escolhida num volume, e verão que este jamais substituirá a Bíblia! Entretanto, a Bíblia não é um volume grande. Pode ser conduzida no bolso do paletó. Todavia, há mais verdades neste pequeno livro do que em todos os outros que o homem produziu em todos os séculos. - Como se pode explicar isso? - Há somente
uma resposta racional e judiciosa: este livro não veio do homem: veio de Deus!
b. A Bíblia só contém verdade. Se há mentiras, não são dela; apenas nela foram registradas. Ao passo que os demais livros contêm verdade misturada com mentira ou erro. Reconhecemos que há jóias preciosas nos livros dos homens, mas, é como disse certa vez Joseph Cook: "São jóias retiradas da lama!" Qualquer verdade encontrada em trabalhos humanos, seja do ponto de vista moral ou espiritual, acha-se em essência no velho Livro. Comparemos alguns dos melhores ensinos desses famosos homens, especialmente dos
decantados filósofos, com os da Bíblia. De fato, seus ensinos contêm jóias de real valor, mas, estas, quer saibam eles quer não, são jóias roubadas, e do Livro que eles ridicularizam! Poderíamos incluir aqui também a superioridade da Bíblia quanto aos demais livros, no que tange à sua preservação em meio a tantos ataques, em todos os tempos.
A IMPARCIALIDADE DA BÍBLIA (10ª prova)
Se a Bíblia fosse um livro originado do homem, ela não poria
a descoberto as faltas e falhas dele. Os homens jamais teriam produzido um
livro como a Bíblia, que só dá toda a glória a Deus e mostra a fraqueza do
homem (Jó 14; 17.1; 27; SI 50.21,22; 51.5; 1 Co 1.19- 25). A Bíblia tanto diz
que Davi era um homem segundo o coração de Deus (At 13.22), como também revela
seus pecados, como vemos nos livros de Reis, Crônicas e Salmos. É também o caso
da embriaguez de Noé, da dissimulação de Abraão, de Ló, da idolatria e luxúria
de Salomão. Nada disto está escrito para nossa imitação, mas para nossa
admoestação e para provar a imparcialidade da Bíblia. É ela o único livro
assim. Só a Bíblia ensina que o homem está em condições físicas, mentais e
morais decadentes e que, se deixado só, decairá cada vez mais. Os livros
humanos ensinam o oposto. Dizem que há no homem uma "Força residente"
que constantemente procura leválo. Este ensinamento é agradável ao homem,
porque o homem adora crer que se está desenvolvendo às suas custas, apesar dos
milhares de sepulturas que são acrescentadas diariamente aos cemitérios. O
homem jamais escreveria um livro como a Bíblia, que põe em relevo as suas
fraquezas e defeitos.
Conclusão sobre a origem da Bíblia
Deus é o único que pode ter sido o autor da Bíblia, porque:
a) Homens ímpios jamais iriam produzir um livro que sempre os está condenando.
b) Homens justos e piedosos jamais cometeriam o crime de escreverem um livro e depois fazerem o mundo crer que esse livro é obra de Deus.
c) Os judeus - guardiães da Bíblia, jamais poderiam ser os autores dela, pois ela sempre condena suas transgressões, pondo seus defeitos a descoberto. Também se eles tivessem podido mexer nela, teriam apagado todos esses males, idolatrias e rebeliões contra Deus, nela registrados.
a) Homens ímpios jamais iriam produzir um livro que sempre os está condenando.
b) Homens justos e piedosos jamais cometeriam o crime de escreverem um livro e depois fazerem o mundo crer que esse livro é obra de Deus.
c) Os judeus - guardiães da Bíblia, jamais poderiam ser os autores dela, pois ela sempre condena suas transgressões, pondo seus defeitos a descoberto. Também se eles tivessem podido mexer nela, teriam apagado todos esses males, idolatrias e rebeliões contra Deus, nela registrados.

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